Xô, Bisbilhoteiros! Como Proteger Os Seus Ficheiros Particulares

19 Oct

Bisbilhoteiro: que ou aquele que se intromete com curiosidade, discretamente ou não, para ficar a saber de algo; metediço, enxerido, curioso.

Reconhece? É ele mesmo. Marcando presença na maioria absoluta das empresas, lares e afins, lá está aquele sujeito com uma compulsão para xeretar em seu computador, nos seus arquivos e pastas.

Parece ser uma questão biológica e metafísica: pastas particulares atraem o espécime humano intrometido. Sim, temos também o incansável papagaio de pirata, aquela pessoa que fica atrás de você olhando para sua tela como um cachorro diante da máquina de assar frangos. Mas desses falamos depois. Primeiro vamos proteger nossos arquivos particulares.

Pra quem ainda não conhece, recomendo um programa chamado My Lockbox 2.1. Aqui a página do fabricante do My Lockbox onde você pode fazer o download gratuito.

My Lockbox é muito seguro e de uma simplicidade cômoda. Com ele você consegue esconder suas pastas sem ter de ficar encriptando ou usando artifícios mais complexos. Sim, aquele seu parente ou irmãozinho que adora mexer nas suas coisas ficará muito frustrado.

Ao iniciar a instalação, será pedido para que escolha uma senha e um lembrete para ela. Tente ser o menos óbvio possível nessa hora ou de nada adiantará o programa.

Você também poderá definir uma pasta para os arquivos ou usar a pasta definida por padrão.

Tudo feito, agora é só escolher os arquivos que deseja esconder na pasta selecionada. Pode ser qualquer tipo de arquivo como documentos de texto, imagem, etc. Depois de finalizado o processo, o arquivo só será visível novamente ao se utilizar o programa com a senha.

Sem dúvida, o ponto forte desse programa é a simplicidade e a competência. Recomendado.

No Futebol, Marcar Um Canto Pode Ser Um Momento De Humor

11 Oct

O futebol é uma das paixões dos autores deste blog. E há momentos emocionantes, onde a beleza estética e a inteligência e a criatividade dos jogadores merecem destaque. Mas, hoje, vamos dar protagonismo a uma momento de humor. O erro é humano. Mas, também faz rir.

6 Artigos Interessantes Sobre Web Design

8 Oct

PAraVamos publicar todas as Sextas-Feiras um artigo com uma compilação de artigos que se destacaram no âmbito do tema Web Design. Sempre que possível, vamos privilegiar publicações portuguesas. Mas, ainda existe um deficit de conteúdos na rede da informação que fala e escreve em português.

O Smashing Magazine publicou um artigo com o título sugestivo “Eu Quero Ser Um Web Designer Quando Crescer” e que aborda o objeto dessa profissão. Mais do que um artigo de ciência é um convite à reflexão e ao debate sobre quais são exatamente as tarefas dum web designer nos dias de hoje.

I Want To Be A Web Designer When I Grow Up

Para quem gosta de fotografia  e de ação, saíu um artigo na Noupe com uma compilação de fotos espetaculares de ação

Beautiful Examples Of Action Photography

A Six Revisions abordou esta semana a questão do atendimento comercial a situação mais complicadas e difíceis com clientes:

How to Handle Difficult Client Situations

Encontramos um artigo muito relevante no Vandelay Design sobre a presença nas redes sociais:

5 Steps to a Stronger Social Media Presence

A nível de conteúdo português, destacamos 2 artigos da WebMaster.pt:

25 Sets De Ícones Gratuitos Para Feed RSS

35 Exemplos Fantásticos De Manipulação De Fotos

Historia Do Termo Spam

7 Oct

Você sabe como surgiu o termo spam?

Spam – trata-se de marca registrada (em 1937), por uma empresa norte-americana, de um enlatado de carne suína muito consumido na época por ter um preço baixo – dizem que a qualidade também. Nos anos de 1970, o grupo Monty Python, criadores e interpretes de um programa de humor na TV britânica na época, em um de seus episódios apresentou alguns vikings que repetiam de forma irritante a palavra spam.

Pois bem, nos primórdios da internet alguém teve a infeliz ideia de enviar mensagens comerciais de forma invasiva, tendo sido a prática apelidada de spam. Spam serve, então, para definir algo não solicitado que nos é “empurrado” ou “impingido”.

Lixo Electronico

7 Oct

Para se livrar de um lixo eletrônico basta excluí-lo da caixa de entrada, certo? Mas vamos falar de outro tipo de conteúdo indesejado que não o spam.

Existe outro lixo eletrônico, o sólido, esse sim bem perigoso, com uma taxa de crescimento preocupante e sem uma configuração definida e definitiva para eliminá-lo. São os equipamentos eletrônicos descartados.

Anualmente são geradas 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico. Começando por geladeiras abandonadas, passando por televisores, monitores, telefones celulares, brinquedos, impressoras e computadores. É muita tranqueira jogada de forma irresponsável. E um dos maiores problemas está nas baterias de alguns desses produtos, com suas substancias toxicas agredindo insistentemente o meio ambiente.

Segundo um relatório recente divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a situação vai piorar e muito, principalmente na Índia, China e na América Latina. Caso não sejam implantadas medidas práticas para coleta e reciclagem desses materiais, os países em desenvolvimento verão crescer montanhas de lixo eletrônico agredindo o meio ambiente e se transformando em um problema a mais para a saúde pública.

Segundo publicação de alguns pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, na revista Science, “O tamanho reduzido, a curta vida útil e os custos de reciclagem de tais produtos implicam que eles sejam descartados sem muita preocupação com os impactos que isso possa causar ao ambiente e para a saúde pública”.

Além da curta vida útil, outro fator que tem gerado muito descarte é a diminuição do tempo de utilização dos produtos eletrônicos por causa do ritmo veloz de modernização das tecnologias. Quando você acaba de ler o manual do aparelho recém-adquirido, já há outra versão mais nova. OK, ok, exagerei, mas a velocidade com que os aparelhos se tornam ultrapassados é impressionante.

No Brasil, que segundo a ONU é o país emergente que gera o maior número de lixo eletrônico per capita, o tempo médio de uso de um aparelho celular é de menos de 2 anos e o de computadores é de 5 anos para consumidor doméstico e 4 anos para empresas. Hoje, são cerca de 180 milhões de celulares no Brasil. Agora imagina tudo isso jogado nos aterros daqui alguns anos. Alarmante, não? Soluções? Bem, que se saiba, por enquanto, não existe nenhuma estratégia governamental nesse sentido.

Sim, cabe às empresas dar uma destinação final aos produtos que elas fabricam, mas compete aos usuários cobrar delas e do governo formas de descarte seguras. E fazer esse tipo de descarte consciente. Em caso de dúvidas sobre o procedimento, ligue para o número da central de atendimento do fabricante e peça orientações.

E para quem quer colaborar, ou melhor, não colaborar para aumentar as estatísticas, mas não abre mão de manter-se tecnologicamente atualizado, uma boa dica é a doação de aparelhos. Isso mesmo. Em vez de encostar ou simplesmente se desfazer do equipamento, pode haver o interesse de algum parente ou amigo naquele item. Ou fazer essa doação a uma instituição que faça proveito disso.

Uma delas é o CDI – Comitê para a Democratização da Informática, cujo lema é “Doe o seu computador usado e ajude a atualizar o futuro de alguém”.

Importante ressaltar que a CDI não trabalha com reciclagem, portanto, os aparelhos devem estar funcionando e ter uma configuração mínima que pode ser conferida no site da organização. O trabalho da CDI é voltado para as pessoas menos favorecidas.

Até a próxima

@Ednucci